segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Disparada

Eu queria sair, mas estou presa à caneta
Ela praticamente vai sozinha
Num ritmo desse, quase mediúnico
Eu não tenho o direito de interromper
Vou é romper com meus rompantes verbais
As barreiras que me afastam de mim
Meu muro caiu
A boiada de sentimentos e pensamentos disparou,
Touro indomável
Enxurrada
Que churros nada!
Um pensamento culinário entrou na área proibida,
mas já está tudo sob controle.
Sobrou um espaço
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Um comentário:

TONINHO SPESSOTO disse...

Querida,

Você escreve MUITO!!!

Que coisa boa ler escritos tão bonitos, que vêm do coração...

Beijos, Meu Poema!
Toninho